sexta-feira, 14 de outubro de 2011

As Novas Tecnologias da Informação e Comunicação na Educação

Grupo Pedagogas do Amanhã

Edna Maria Sales Fagundes Fagundes
Mariângela da Silva Pedrosa
Rejane Branca Costa
Roseni de Paiva Farias Gonçalves




“ Minha longa experiência dos homens simples, das crianças e dos animais convenceu-me de qe as leis da vida são gerais, naturais e válidas para todos os seres. Foi a escolástica que complicou perigosamente o conhecimento dessas leis, fazendo-nos acreditar que o comportamento dos indivíduos obedece unicamente a dados misteriosos dos quais uma ciência pretensiosa se atribui a paternidade, como numa espécie de reserva à qual as pessoas do povo, inclusive os professores, não tem acesso.”
(C. Freinet/ Pedagogia do Bom Senso)


Os ressaibos desse modelo que ainda permeiam a Educação continua desfavorecendo a pensamento crítico e engessando mentes  para que sejam de fácil manipulação. As Novas Tecnologia da Informação e Comunicação surgiram trazendo consigo novos paradigmas e  novos desafios , principalmente, o de se educar de forma integral a todos (não só a poucos) para que a compreensão de responsabilidade social se concretize de fato. Nesse panorama  a tecnologia ajuda a ganhar tempo em pesquisas, tornar aula mais interessante e aproxima professores e alunos através das redes de relacionamento. Mas, considerando sempre que não é a tecnologia que favorece o pensamento crítico  e sim a interferência do professor como estimulador desse pensamento.



quinta-feira, 13 de outubro de 2011

PROJETO INTERDISCIPLINAR - DIDÁTICA I

NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA EDUCAÇÃO


"A organização dos projetos de trabalho se baseia fundamentalmente numa
concepção da globalizaçao entendida como um processo muito mais interno do que externo, no qual as relações entre conteúdos e áreas de conhecimento tem
lugar em função das necessidades que traz consigo o fato de resolver uma série de problemas que subjazem na aprendizagem." (1998. p.63 - Fernando Hernandez - Organização do currículo por projetos de trabalho da Artmed.)



África: Conhecendo nossas origens



Hoje em dia o ensino deve ampliar os horizontes para pluralidade da vida. Os nossos adolescentes e jovens precisam desenvolver o senso crítico. Nesta perspectiva o tema do continente africano foi trabalhado com as turmas dos 8º e 9º anos baseando-se na origem das grandes e graves questões comuns ao nosso país. Vivemos uma realidade que precisa ser transformada a partir de cada um de nós, já que somos cidadãos e educadores responsáveis pelo processo de formação do ser humano.


O projeto de trabalho desenvolvido com estas turmas se relacionou a dois grandes âmbitos: o eu, que busca ajudá-los a progredir na definição da própria identidade e o meio. representado por outras pessoas e pelos acontecimentos que são significativos na vida, a partir de diversas formas de comunicação - as diferentes linguagens tecnológicas. Partindo desse aspecto, pesquisamos na internet vídeos e textos para trabalharmos em sala de aula. Fizemos debates sobre os artigos expostos, assistimos aos vídeos referentes ao continente africano explorando temas como fome, violência, doenças, miséria, riquezas, meio ambiente, preconceito e desigualdade, enfatizando a importância dos valores humanos. Foi solicitado aos alunos que estabelecessem uma correlação com a comunidade do Vidigal (comunidade da qual fazem parte).


Esse projeto desenvolvido tem como culminância uma exposição que revela o fruto da aprendizagem sobre o continente africano. Uma experiência rica e gratificante para todos.


Grupo: As Fundamentais - Alessandra Lima dos Santos - Ana Maria Avelino Freire - Carmen Élica da Silva Rios - Laís de Lima Nunes Magalhães - Regina Celia Coutinho Veneno - Suzana Queiroz de Araujo

Projeto Interdisciplinar - Didática I



A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EM PROL DA EDUCAÇÃO




"... ensinar não é transmitir conhecimento, mas criar as possibilidades para sua própria produção ou construção." (Freire, Paulo)


Embora seja consensual que a utilização das tecnologias da informação e da comunicação na educação não vai substituir o professor, reconhece-se hoje em dia que o trabalho docente pode ser apoiado por esses meios. A principal contribuição dessas tecnologias é que o professor deixa de ser o repassador do conhecimento para ser o criador de ambientes de aprendizagem e facilitador do processo pelo qual o aluno adquire conhecimento. A utilização das novas tecnologias como a informática por exemplo, traz uma enorme contribuição para a prática escolar em qualquer nível de ensino.



Grupo Nota Dez
Componentes: Maria Isabel Baliu, Maria Luiza Knoller e Silvania Paladine.



RELAÇÃO EDUCADOR/EDUCANDO – ENSINO/APRENDIZAGEM SEGUNDO JEAN PIAGET

RELAÇÃO EDUCADOR/EDUCANDO – ENSINO/APRENDIZAGEM

SEGUNDO JEAN PIAGET

Disciplina: Didática I

Grupo: Education

CLEIDE DE SOUSA LIMA SANTOS P00936

DEISE LUCI BAPTISTA DA SILVA - P00935

MARCOS PEREIRA DA SILVA P00938

Professora: Flávia Cavalcanti

“A principal meta da educação é criar homens que sejam capazes de fazer coisas novas, não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram. Homens que sejam criadores, inventores, descobridores. A segunda meta da educação é formar mentes que estejam em condições de criticar, verificar e não aceitar tudo que a elas se propõe”.
(Jean Piaget)

A metodologia epistemológica de Piaget permite ao educador e educando uma interação constante, construindo assim, um diálogo permanente entre ambos. Neste belo contexto de ensino/aprendizagem os envolvidos se realizam, pois se descobrem com o que já trazem e com as novas descobertas que surgem durante o processo educacional. Piaget compreende que o educador deve ser também um observado e, que esta observação deve ser criteriosa para pode sentir o desenvolvimento do educando, podendo assim, investigar e a partir daí incentivá-lo e principalmente auxiliá-lo. Piaget mostrou-se também preocupado na percepção e a espontaneidade do educando, que podemos perceber possui autonomia. Piaget coloca a relação educando/educador como sendo baseada, no diálogo mais fecundo, onde os “erros” dos estudantes passam a ser vistos como integrantes desse processo.

Fonte: www.wikipédia.org

http://www.unicamp.br

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Projeto interdisciplinar - Didática 1


Grupo Mais Educação

Ana Paula Bernardo Nogueira
Cínthia  Martins Nolasco
Flaviane de Souza Mendes
Ursula Braga Semeão da Silva
Vera Maria Tavares Parente

Papel da Escola na Sociedade da Informação.



A busca que a criança tem com sua curiosidade em tudo ao seu entorno levando a experiência de tentar resolver situações pertinentes ou não, nos remete a Paulo Freire (2007)  que destaca a importância do professor conhecer e usar a curiosidade como caminho para o processo ensino/aprendizagem que provoca a motivação da busca do saber, e isto ocorre comumente através das brincadeiras e pesquisas realizadas através das Novas Tecnologias da Informação e Comunicação facilitando a construção do conhecimento não somente científico, tecnológico, mas também o de mundo, que dirá dizer de mundos. Pois brincar é sentir a liberdade, reviver os bons momentos e, até relaxar deixando prevalecer a curiosidade, em situações próprias, para que a aprendizagem se torne mais leve e agradável no convívio diário.


FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia saberes necessário à pratica educativa 36 ed. São Paulo: Paz Terra, 2007.

"Como professor devo saber que sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino. (2007.p.85)"

O uso das novas tecnologias na ação educativa.

"O conhecimento não procede nem da experiência única dos objetos nem de uma programação inata pré-formada no sujeito, mas de construções sucessivas com elaborações constantes de estruturas novas" (Piaget, 1976 apud Freitas 2000:64).

Sendo a aprendizagem fruto de um processo intencional, o sucesso do ensino depende de constantes reflexões sobre a prática educativa. Na sociedade da informação faz se urgente a apropriação, por parte dos professores, das ferramentas tecnológicas.

Há mais de 25 anos tenta-se comprovar a eficácia do uso da tecnologia na educação a pergunta recorrente é: usar a tecnologia para ensinar faz os alunos aprender mais?

Em um estudo feito pela UNESCO foi avaliado o desempenho de alunos de escolas públicas do Estado de São Paulo, onde as salas de aula possuíam lousa digital e cada aluno tinha seu próprio computador, utilização de softwares educativos, e de acordo com a pesquisa o avanço foi de duas a sete vezes em relação aos colegas de salas de aula comuns.

Para que haja êxito, no uso das tecnologias na ação educativa, não basta apenas fornecer os equipamentos é preciso que haja a formação continuada do professor favorecendo a interação entre professor e aluno.

É necessário reforçar a idéia de ensinar de forma diferente, utilizando novos meios de dar aula, estimulando, e desafiando os alunos a utilizar a criatividade. Retomar a prática docente como uma via de mão dupla onde o professor e o aluno tenham um contato com novas tecnologias, sem nenhum tipo de preconceito, onde serão estimulados a pesquisar novas maneiras de usá-las.

A tecnologia pode servir de mediadora para estilos de aprendizado, auxiliando na assimilação de novos conteúdos e na construção de habilidades que não vemos em aulas tradicionais.

Grupo: Educar para Mudar

Disciplina: Didática I

Componentes:
Ana Claudia Fontinele Mumme

Edmara Fonseca da Silva

José Luiz Gasiglia Junior

Vivian Pereira Novaes




sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Papel da Escola na Sociedade da Informação

Projeto Interdisciplinar do Curso de Pedagogia- 2º Período – Disciplina Didática I

Grupo Inovar – Componentes: Fábio Henrique Teixeira Leandro e Vera Ely Almeida Gomes

“Faço questão enorme de ser um homem de meu tempo e não um homem exilado dele” (FREIRE, 1984a, p.1).

FREIRE, Paulo. A máquina está a serviço de quem? Revista BITS, p. 6, maio de 1984.



Freire entendia a tecnologia como uma das “grandes expressões da criatividade humana” (FREIRE, 1968a, p. 98) e como “a expressão natural do processo criador em que os seres humanos se engajam no momento em que forjam o seu primeiro instrumento com que melhor transformam o mundo” (FREIRE, 1968a, p.98). Para Paulo Freire, o uso da tecnologia não deveria ser realizado de qualquer modo ou sem a devida preparação. Podemos até dizer que ele delineou uma metodologia de uso e análise para todo tipo de tecnologia que venha a ser incorporada. O primeiro elemento para uma práxis tecnológica trata do uso intencional, político da tecnologia que, por sua vez, está imbuído de ideologia, não se pode negligenciar isto. Como aparato ideológico, deve ser desconstruído e revisado nas suas “entranhas”. A extrema importância está na construção de softwares, websites ou aplicativos, permeada por um modo de ver o mundo, homem e seu ensino/aprendizagem.